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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Duas bebês gêmeas de sete meses estão fazendo sucesso na internet por terem cores de pele e de olhos diferentes. A americana Clementina Shipley percebeu que as filhas Isabella e Gabriella eram muito fotogênicas e decidiu criar uma conta em uma rede social.
O Instagram das meninas contava com quase 17 mil seguidores até as 20h desta quarta-feira (15). As duas também têm uma irmã mais velha de dois anos.
Em entrevista à revista Essence, Clementina disse que a maioria dos seguidores elogiam as meninas. “Isso mostra como os genes negros são incríveis, já que conseguimos criar bebês tão únicos. Nós recebemos um monte de amor em nossos posts. A maioria das pessoas mostra positividade. Claro que há alguns comentários maldosos também, mas isso é normal”.
A mãe ainda conta que uma das filhas é mais tranquila, enquanto a outra é agitada. “Isabella é uma bebê calma e tranquila. Ela presta atenção em tudo o que você mostra e ama que façam cócegas nela. Já Gabriella, começou a engatinhar com cinco meses e nunca parou desde então. Ela é cheia de energia e adora um carinho”.
 O geneticista João Gabriel Daher, do laboratório Lafe, explica que a diferença de cores de pele e de olhos acontece porque as meninas são gêmeas dizigóticas.
— Isso é raro, mas pode acontecer. A gestação dizigótica é quando dois óvulos são fecundados por dois espermatozoides, resultando em dois bebês com características genéticas distintas. Pode ser cor dos olhos, pele, cabelo.

terça-feira, 25 de abril de 2017

A capa do novo disco da atriz e cantora Simone Mazzer, "Simone Mazzer & Cotonete", que será lançado nesta semana nas plataformas digitais, é ilustrada com uma cena comum: uma mulher, representada pela também atriz Isabel Chavarri, nua, com os seios a mostra, em um banheiro. Até aí, tudo bem. Mas não para o Facebook.
Após divulgar a capa de seu novo trabalho, sucessor de seu álbum de estreia, "Férias em videotape" (2015), Simone foi surpreendida com a censura da imagem na rede social. Segundo ela, a ilustração foi denunciada por um usuário, que se sentiu "incomodado".
"Soube que uma pessoa postou a capa do meu novo álbum e teve seu post censurado aqui no Facebook", escreveu a artista na própria rede social. "Em 2017? Por quê? Por causa da ilustração dos seios nus? Da ilustração das crianças fazendo o que todos já fizeram um dia? Pois é... Tudo muito perigoso."
De acordo com a política de uso do Facebook, o tópico sobre nudez prevê a não permissão de fotos que exibem nádegas totalmente expostas, assim como imagens de “seios femininos se os mamilos aparecerem”, exceto em casos de “mulheres ativamente engajadas na amamentação” ou que “mostram seios com cicatrizes pós-mastectomia”.
Em resposta ao ocorrido, e sob alerta de ser bloqueada da rede social, Simone convidou seus amigos e fãs a compartilharem a imagem e utilizarem a hashtag #CensuraéCafona, como forma de protesto.
Natural de Londrina, a cantora Simone Mazzer lançou seu primeiro álbum, "Férias em videotape", em março de 2015. Muito antes, porém, ela já era conhecida por sua carreira como atriz, integrando o Armazém Companhia de Teatro. Nos palcos, atuou em “Pessoas invisíveis”, “Inveja dos anjos”, "Alice", entre outros. Na TV, seu mais recente trabalho foi uma participação na novela "A lei do amor", em que interpretou a personagem Zélia. Ela também já atuou em filmes como "Nise: O coração da loucura" e "Entre abelhas".
O disco Simone Mazzer & Cotonete" será lançado com shows, dias 25 e 26 de abril no Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro; e, dia 4 de maio, no Tom Jazz, em São Paulo.

sábado, 22 de abril de 2017

Textos compartilhados na web falam que já há vacina e que há terapias que curam a doença. Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes condena notícias falsas.
Um texto que circula pelas redes sociais diz que uma vacina contra diabetes já foi anunciada oficialmente. Um outro também bastante compartilhado na web lista uma terapia capaz de curar a doença. Não é verdade.
O texto sobre a vacina diz que "o mundo inteiro está comemorando a notícia". Já o outro recomenda um método "comprovado cientificamente" que promete com alguns passos reverter a doença
Diabetes não tem cura, ainda não existe uma vacina no mercado para evitá-la e não há tratamento milagroso para a doença, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Luiz Turatti. Ele alerta para uma "tempestade de notícias falsas" divulgando terapias para a doença.
Segundo Turatti, as falsas notícias aproveitam a fragilidade de quem tem a doença para vender planos de alimentação. "Isso é um problema grave, um problema de polícia. Essas notícias existem há algum tempo, mas se intensificaram."
"Diabetes é uma doença que não tem cura. Existe o controle, se a pessoa tiver um plano alimentar adequado, prática de atividade física, estilo de vida saudável e uso de medicamentos de acordo com a recomendação médica", afirma.
O médico aponta o caminho adequado para quem recebe promessas de cura de diabetes. "Essa pessoa precisa buscar informação com o médico dela. É o profissional mais adequado, que saberá o que fazer. Preço encarecidamente que as pessoas não busquem informações em sites leigos ou que não tenham validação científica."
Sobre a vacina, existe, de fato, um estudo nos Estados Unidos para reversão do diabetes tipo 1 usando a vacina contra tuberculose. Segundo Turatti, no entanto, os testes ainda estão em fase preliminar e não é possível dizer que já existe uma vacina ou que ela foi anunciada oficialmente e já poderá ser usada. Além disso, 90% dos casos no Brasil são de diabetes tipo 2.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Brasil tem 14,3 milhões de pessoas com diabetes e metade das pessoas com diabetes não sabe que tem o problema. Anualmente 130 mil pessoas morrem devido ao diabetes no Brasil.
O que é
Diabetes mellitus (DM) não é uma doença única, mas um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresenta em comum a hiperglicemia, provocada por defeitos na ação da insulina, na secreção de insulina ou em ambas. Em resumo, é a elevação da glicose no sangue.
Os alimentos sofrem digestão no intestino e se transformam em um tipo de açúcar (glicose), que é absorvido para o sangue. A glicose no sangue é usada pelos tecidos como energia, mas a utilização da glicose depende da presença de insulina - substância produzida nas células do pâncreas. Quando a glicose não é bem utilizada pelo organismo ela se eleva no sangue, ao que se dá o nome de hiperglicemia.
Diabetes tipo 1
É também conhecido como diabetes insulinodependente. Neste tipo de diabetes, a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem o que é chamado de destruição autoimune. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam de injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.
Diabetes tipo 2
É chamado de diabetes não insulinodependente e gestacional. É o diabetes do adulto e aparece geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade, embora atualmente também seja visto com maior frequência em adultos jovens, por causa de maus hábitos alimentares, falta de atividade física e estresse da vida urbana.
No diabetes tipo 2 existe a presença de insulina, mas a ação dela é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de hiperglicemia.
Por ter poucos sintomas, o diabetes, na maioria das vezes, permanece por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento, o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro, entre outros órgãos.
Sintomas
Cerca de metade dos portadores de diabetes tipo 2 desconhece que tem a doença. Mas o diagnóstico precoce do diabetes é importante, pois o tratamento evita complicações. Os sintomas mais comuns são: urinar excessivamente, inclusive à noite, sede excessiva, aumento do apetite, perda de peso. Em pessoas obesas, a perda de peso acontece mesmo comendo de maneira excessiva, cansaço, vista embaçada ou turvação visual e infecções frequentes, sendo mais comuns as infecções de pele.
No diabetes tipo 2 os sintomas aparecem aos poucos e, muitas vezes, podem não ser percebidos.
Quando o diagnóstico não é feito aos primeiros sintomas os portadores de diabetes tipo 1, podem até perder a consciência e entrar em coma, uma situação de emergência e grave. Diante de qualquer sintoma, um médico deve ser procurado para realização de exames que esclarecerão o diagnóstico.
Quem pode ter diabetes
A presença de uma ou mais das seguintes condições sugerem a possibilidade da presença de diabetes: familiares próximos com diabetes, idade maior que 45 anos, excesso de peso ou obesidade, pressão alta, colesterol elevado e mães de nascidos com mais de quatro quilos.
É ou não é?’, seção de fact-checking (checagem de fatos) do G1, tem como objetivo conferir os discursos de políticos e outras personalidades públicas e atestar a veracidade de notícias e informações espalhadas pelas redes sociais e pela web. Sugestões podem ser enviadas pelo VC no G1, pelo Fale Conosco ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, com a hashtag #eounaoe (caso prefira, a hashtag pode ser enviada logo após a mensagem também!)

Fonte: Por Roney Domingos, G1

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Junto com os 14 livros criptografados deixados no quarto, o estudante de psicologia Bruno Borges, de 24 anos, desaparecido desde o último dia 27 de março, em Rio Branco, também deixou as "chaves" que servem como guia para a decodificação. De acordo com a família, os escritos foram feitos com a utilização de pelo menos quatro códigos diferentes.
A investigação do caso é feita pela Polícia Civil do Acre de maneira sigilosa. Ao G1, o coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), delegado Fabrizzio Sobreira, afirmou que todas as possibilidades estão sendo consideradas para apurar o paradeiro do acreano.
Alguns dos livros do estudante foram escritos à mão em apostilas e outros espalhados - de forma organizada e totalmente simétrica - nas paredes, teto e chão do quarto. Além do material, também foi colocado no cômodo uma estátua do filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600), por quem tem grande admiração, orçada em R$ 7 mil.
Jovem que sumiu deixou 14 livros escritos à mão e criptografados
A irmã mais velha de Bruno, a empresária Gabriela Borges, de 28 anos, explica que as chaves estavam em uma pasta em um lugar visível. "Não estava em difícil acesso, ele não deixou muita coisa no quarto, além do que foi feito. Só não encontrei uma das criptografias, mas a maioria está lá", conta.
Até o momento, os familiares conseguiram decifrar pouco conteúdo. "Algumas coisas já conseguimos traduzir, mas é muito conteúdo. Alguém que fosse especializado talvez pudesse tentar fazer de uma forma mais rápida, mas tem muita gente nos procurando e estamos com dificuldade de distinguir quem realmente entende e quem é curioso". 
Gabriela cita um pouco sobre o que já foi traduzido. Um dos livros, conforme ela, chama-se "A teoria da absorção do conhecimento". "Tem um que fala sobre a busca da verdade absoluta. Não temos nenhum texto completo. Acreditamos que vai aparecer alguém que sintamos essa confiança. Não queremos divulgar imagens para as pessoas tentarem decifrar", acrescenta.
Sobre a procura por Bruno, a irmã diz que as informações policiais são sigilosas até mesmo para a família. "A polícia nos fala que continuam procurando. Todos os dias temos falado com o delegado. Eles não divulgam o que estão fazendo, porque dizem que pode atrapalhar o rumo das investigações", ressalta.
Desaparecimento
A última vez que os parentes viram Bruno foi durante o almoço de família, na segunda (27). O jovem voltou para casa e todos - mãe, pai e os outros dois irmãos - seguiram o dia normal de trabalho. Mais tarde, o pai de Bruno, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família e percebeu que o filho não estava.
"Fui a última pessoa a ver Bruno. Deixei ele na esquina de casa e fui embora. Ele falou 'até mais pai' e não tivemos mais notícia. Eu entrei no quarto e não vi a cama, não vi nada, só vi aquilo tudo. Naquele momento, vi que o Bruno tinha ido embora", contou.
As modificações no quarto, de acordo com a mãe, a psicóloga Denise Borges, foram feitas durante 22 dias, período em que ela e o marido estavam viajando de férias. O acreano ficou em casa com o irmão gêmeo Rodrigo Borges e Gabriela, irmã mais velha. Durante todo o período, os irmãos perceberam que a porta do quarto permanecia sempre trancada.
"Ele falava que era o projeto dele e disse que iria me contar o que era em duas semanas. As pessoas falam: 'por que você não foi lá e abriu aquela porta?'. As pessoas têm que entender que não se tratava de uma criança. Ele é um adulto e tem a privacidade dele. Me incomodava, mas eu não podia arrombar a porta", afirmou Gabriela.
Denise comenta que o filho havia falado, há bastante tempo, de um projeto em que estava trabalhando e para o qual precisaria de dinheiro. Em resposta, ela falou que patrocinaria se soubesse de que se tratava, pedido que foi rejeitado. A mãe disse que Bruno iniciou a produção em 2013 e, há um ano, passou a se dedicar na finalização.
"Ele dizia que era secreto e não dei o dinheiro. Então, começou a procurar pessoas que acreditassem nele sem contar o que era o projeto. Só me falava que estava escrevendo 14 livros que iriam mudar a humanidade de uma forma boa. Ele me pediu um ano sem trabalhar para terminar e eu, orientada por um médico, deixei", disse.
O dinheiro para custear o projeto, R$ 20 mil, Bruno conseguiu com um primo, o médico oftalmologista Eduardo Veloso. A quantia foi transferida para a conta do jovem, mesmo sem saber dos detalhes.
"Na nossa primeira conversa, li umas 15 páginas do livro e, como gostei, falei que ajudaria. Durante uma conversa, percebi que ele tinha umas ideias que batiam, apesar de não me falar o que era o projeto em si, só me falou que era uma coisa inédita no mundo, que ninguém tinha feito isso e que ia ficar conhecido rapidamente", ressaltou.

Fonte: Rede Amazônica Acre

quinta-feira, 23 de março de 2017


Quando chove no Ceará, as pessoas naturais do estado geralmente celebram e comemoram muito. Essas reações podem ser consideradas uma exclusividade do povo cearense, pois pessoas de outros estados se surpreendem com a gratidão que é sentida pelos cearenses quando ocorrem precipitações.
A empresária carioca Sylvia Samary, que mora em Fortaleza há dez anos, afirma que a celebração quando chove no Ceará é infinitamente maior do que no Rio de Janeiro, e que a relação dos cearenses com a chuva a afetou e acabou mudando a relação dela com a chuva também.
“Eu percebo que aqui as pessoas se sentem muito agraciadas quando chove, sentem gratidão. Agora eu também me sinto agraciada quando chove. É até diferente de quando eu morava no Rio de Janeiro”, conta.
Sylvia acredita que a rotina de trabalho é impactada quando chove. “As pessoas param de trabalhar, usam a desculpa da chuva para isso”, opina.
A estudante Débora Luiza, de Brasília, concorda com Sylvia. “O que eu percebo é que a rotina muda quando chove aqui. Por exemplo, onde eu faço curso a tolerância de atraso é de 15 minutos, quando chove ela não existe, porque eles presumem que os atrasos serão maiores em decorrência da chuva. Em Brasília, isso não acontece”, explica.
Já a questão da celebração da chuva, ela acredita que as secas constantes são um dos motivos. “A gente comemora quando o dia está muito quente e chove pra aliviar, mas nada como aqui. Acredito que o histórico da seca contribua pra que essa reação comemorativa exista”.
O potiguar Raul Fritz, meteorologista da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), acredita que a razão para os cearenses serem tão comemorativos em relação a chuva é porque eles também são muito preocupados com a seca. “Uma previsão de um ano sem chuva ou uma notícia de um inverno ruim causa uma grande preocupação geral, um grande temor”, indica.
O meteorologista revela que a reação das pessoas em Natal, sua cidade de origem, é parecida, mas no Ceará é mais evidente e acentuado. Já no Rio Grande do Sul, onde jpa morou, é muito diferente. “Lá as pessoas estranham essa reação, uma vez eu fui tomar banho de chuva lá e as pessoas ficaram assustadas“.

Fonte: Ana Clara Jovino



Estados Unidos e Reino Unido proibiram nesta terça-feira o transporte de computadores portáteis e tablets na cabine em voos de companhias de vários países árabes e da Turquia, alegando risco de atentado terrorista. Mas por que estes dispositivos eletrônicos são considerados uma ameaça?
Por que uma medida deste tipo?
As decisões tomadas pelas autoridades americanas e aplicadas pela TSA (Administração de Segurança no Transporte, em inglês) normalmente são consequência de ameaças identificadas pelos serviços de informação, explica à AFP Jean-Charles Brisard, presidente do Centro de Análises do Terrorismo.
“Alguns grupos como AQPA (Al-Qaeda na Península Arábica) tentam há muitos anos se adaptar de forma progressiva às medidas de segurança aplicadas pelos Estados Unidos e seus aliados, principalmente miniaturizando os explosivos”.
“As medidas anunciadas estão baseadas em ameaças precisas, sem dúvida por este grupo (AQPA), um dos que está mais adiantado quanto à sofisticação, sobretudo na miniaturização de artefatos explosivos”, acrescentou.
Esta ameaça já havia sido identificada?
Após a aproximação entre membros da AQPA e grupos rebeldes sírios, em 2014, a TSA já havia proibido as baterias descarregadas nos computadores portáteis nos aviões, segundo Brisard.
Temia-se que “o espaço destinado à bateria pudesse esconder um explosivo em miniatura de vários gramas”, explica.
Por que os países árabes e a Turquia?
“A principal ameaça é proveniente, aparentemente, de destinos listados pelas autoridades americanas”, explica este especialista, que acrescenta que as medidas da TSA são geralmente retomadas em todo o mundo.
No entanto, alguns países não dispõem dos mesmos dispositivos de detecção que os países ocidentais, adverte.
Por que computadores portáteis e tablets?
Sistemas eletrônicos como estes possuem “todos os elementos de um artefato explosivo”, “salvo o detonador e o explosivo, que precisam ser acrescentados”, explica à AFP Sébastien Caron, diretor-geral do ASCT, um centro de formação sobre temas de segurança aeroportuária.
Como os explosivos são detectados nos postos de controle?
“Quando há uma dúvida sobre uma zona opaca ou sobre a tipologia do passageiro, passaremos um detector de rastros”, em forma de tecido, sobre o computador, afirma Caron.
Se o computador tiver explosivos, restarão rastros sobre o aparelho. O tecido será analisado em sete segundos e poderá determinar se há a presença de substâncias explosivas, segundo este especialista.
Como os explosivos nas malas despachadas são detectados?
Em alguns aeroportos, como na França, as malas despachadas passam por um sistema chamado EDS (Sistema de Detecção de Explosivos, em inglês), que pré-determinará se existe ou não a presença de explosivos a partir da análise das moléculas no interior da bagagem.
Se a máquina considerar que há uma ameaça em uma mala, indicará na tela e um operador humano supervisionará o objeto.
“De 100 malas, apenas 30% passam pelo operador humano, que elimina dúvidas em 25 (malas) dos 30%”, segundo Caron. Os 5% restantes serão analisados por um tomógrafo, uma máquina ainda mais sofisticada, afirma.
Fonte: ISTOÉ

quinta-feira, 12 de março de 2015

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